No dia 10 de outubro, o Ginásio Mauro Pinheiro, no Ibirapuera, recebe o Maximum Fight 7 — o evento de Muay Thai da Maximum, com ingressos esgotados e transmissão ao vivo pelo YouTube da marca. A Scana vai estar lá, a convite de Rogério Tejeda, cofundador da Maximum.
E esse convite marca uma coisa concreta: a Scana passa a atuar, oficialmente, na categoria de esportes — começando pela Maximum.
Por que uma empresa de preço vai a um evento de luta
Porque é no esporte que a conta do preço aparece mais rápido.
Nutrição esportiva é uma categoria de giro alto, ticket médio baixo e rede de revenda enorme: academia, loja de suplemento, distribuidor regional, e-commerce próprio, marketplace. O mesmo pote de whey está em dezenas de anúncios ao mesmo tempo, em quatro ou cinco canais diferentes, vendido por gente que a marca às vezes nem sabe que existe.
Quando um desses pontos decide brigar por preço, o efeito não fica contido. Ele vira referência. O consumidor que viu o produto por menos não volta a pagar o valor cheio, e o lojista que respeitou a política vira o caro da praça — sem ter feito nada de errado. Em pouco tempo, a marca perde as duas coisas que sustentam uma rede: margem e confiança.
É exatamente o problema que a Scana resolve: monitorar o preço anunciado, identificar quem está abaixo do mínimo, avisar e registrar. Até agora fazíamos isso principalmente em pet, ferramentas, construção, instrumentos musicais, alimentos e casa. Esporte é a categoria nova — e ela entra pela porta da frente.
Quem é a Maximum
A Maximum foi criada para atender quem treina de verdade, com foco em esportes de combate. Os cofundadores Rogério Tejeda e Leandro Longo são também os responsáveis pelo evento de Muay Thai da marca, que começou em 2015 e virou um dos cartões de visita da empresa dentro da comunidade — a própria Maximum o descreve hoje como o maior evento de Muay Thai da América Latina. A marca também é conhecida por estar perto dos atletas: quando inaugurou a loja em São Paulo, levou nomes como Charles do Bronx e Thomas Almeida.
Ou seja: não é uma marca que fala de esporte de fora. É uma marca construída dentro do esporte — e isso muda o tipo de rede que ela tem e o tipo de proteção que essa rede precisa.
O que a parceria coloca em prática
A Maximum passa a contar com a operação completa da Scana:
- Coleta diária por EAN/SKU nos marketplaces onde a marca aparece, incluindo os anúncios que a equipe comercial não consegue acompanhar manualmente.
- Identificação do vendedor por trás de cada anúncio abaixo do preço mínimo, com histórico de reincidência — a diferença entre "alguém está furando o preço" e "é esta loja, desde tal dia, nestes produtos".
- Notificação automática ao vendedor, com registro do que foi enviado. O aviso sai no mesmo dia da detecção, sem depender de alguém lembrar de mandar.
- Histórico de preço por anúncio, que sustenta uma conversa comercial firme — e, quando preciso, uma denúncia fundamentada nos canais de proteção de marca dos marketplaces.
- Tratamento de kit e multipack: no suplemento isso é regra, não exceção. Caixa fechada, combo de dois potes, pack promocional. A Scana calcula o piso por unidade, para não acusar violação onde não existe.
E tem uma parte que não é software: comunicação com a rede. Antes de qualquer alerta, a marca avisa os revendedores de que existe uma política e de que ela é acompanhada. Quem vende certo não é incomodado; quem está fora recebe a informação para se ajustar. É assim que uma política de PMA para de ser um documento e vira prática.
O que muda para o lojista que faz certo
Essa é a parte que costuma ser mal explicada, então vale ser direto: PMA não é contra o revendedor. É contra a assimetria.
O lojista que investe em estoque, atendimento e pós-venda não tem como competir com quem só derruba o preço para ganhar posição na vitrine e some depois. Uma política monitorada devolve a esse lojista a chance de vender pelo valor combinado — e tira do jogo a vantagem artificial de quem queima a marca.
Na prática, a rede oficial ganha previsibilidade, e a marca ganha o direito de planejar promoção sem que a "promoção" já esteja acontecendo sem a autorização dela.
Esporte é só o começo da categoria
Com a Maximum, a Scana abre a frente de esportes e nutrição esportiva. É uma categoria que reúne tudo o que torna o controle de preço difícil: muitos SKUs parecidos, variação de sabor e gramatura, kits por todo lado, revenda pulverizada e uma comunidade que compara preço o tempo todo.
Se a sua marca é desse mundo — suplemento, equipamento, vestuário esportivo, acessório de treino — o problema que você vive é o mesmo. E ele tem solução técnica.
Dia 10 de outubro, no Ibirapuera, a gente vai estar lá. E quem quiser acompanhar de casa, a Maximum transmite o Maximum Fight 7 ao vivo no YouTube.
Perguntas frequentes
O que é PMA?
Preço Mínimo Anunciado é o menor preço pelo qual a marca autoriza que seu produto seja anunciado por um canal. Não é tabelamento nem preço de venda final: o revendedor segue livre para negociar. O que a política regula é a vitrine.
Monitorar preço prejudica o revendedor?
Ao contrário. Quem perde com a guerra de preço é justamente o lojista que respeita a política e vira o "caro" da praça. O monitoramento equilibra a disputa.
Como a Scana sabe que o anúncio é do meu produto?
A coleta é feita por EAN/SKU e o vínculo passa por uma curadoria que compara título, variação, gramatura e composição do kit — para evitar alerta falso em produto parecido ou de outra marca.
E os kits e combos, tão comuns em suplemento?
São tratados por unidade: se o anúncio vende três potes, o piso considerado é o de três potes. Sem isso, todo combo viraria uma violação falsa.
Minha marca é de esporte. Dá para começar?
Dá. A avaliação é feita com o seu catálogo real, para você ver as suas próprias violações antes de decidir qualquer coisa. Agende uma demonstração.