SCANA

Monitoramento de preços para a indústria

Saiba por quanto a sua rede anuncia os seus produtos. Monitoramento diário de preços por EAN, vendedor identificado e PMA comparado anúncio a anúncio.

A indústria não precisa do preço do concorrente. Precisa do preço da própria rede

Quase toda ferramenta de monitoramento de preços foi desenhada para o varejista: ele acompanha o concorrente para decidir se baixa ou sobe o próprio preço. A indústria faz outra pergunta. Ela não define o preço final, mas responde pelo valor da marca e pela saúde da rede que revende. O que ela precisa saber é por quanto cada revendedor anuncia os seus produtos, quem é esse revendedor e se o preço respeita a política combinada.

Na base da Scana, 27,6% dos anúncios com vínculo por EAN estavam abaixo do preço mínimo da marca em outubro de 2026 (38.381 de 138.840, Índice PMA Scana).

Nem toda violação é culpa do revendedor

Comparamos os mesmos 46.845 anúncios, de 32 marcas, em uma semana de setembro e outra no fim de outubro. 58% das novas violações aconteceram com o preço do revendedor parado: o que mudou foi a tabela de preço mínimo da marca, alterada em 25,4% dos anúncios no período. Sem separar preço novo de tabela nova, a indústria cobra quem não fez nada e perde a confiança da rede justamente antes da Black Friday (veja o estudo).

O que o monitoramento de preços precisa entregar para a indústria

  • Vínculo por EAN: cada anúncio casado com o produto exato do catálogo. Kit nunca é comparado com unidade, e kit com preço proporcional (PMA × quantidade) não vira violação falsa;
  • Vendedor identificado pela conta, não pelo nome da vitrine, que muda;
  • Coleta diária em Mercado Livre, Amazon, Shopee, Magalu e mais de 35 canais, com histórico de quantos dias cada anúncio ficou abaixo do mínimo;
  • PMA flexível: fixo, personalizado por anúncio ou promocional com início e fim;
  • Notificação automática ao revendedor, com link, preço e data;
  • Método declarado: onde o canal não mostra o EAN, o produto é casado por nome e o resultado é reportado à parte, para não inflar a violação com falso positivo.

Indústrias e distribuidores de construção, pet, beleza, eletrônicos e outros setores usam a Scana para enxergar a própria rede. Veja também o monitoramento de PMA, o controle de lojistas ou peça um diagnóstico dos seus EANs.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre monitoramento de preços para varejo e para indústria?

O varejista monitora o concorrente para decidir o próprio preço. A indústria monitora a própria rede: quem anuncia os seus produtos, por quanto e se respeita o preço mínimo combinado. São perguntas diferentes, e a ferramenta certa para uma não responde a outra.

A Scana também mostra o preço dos concorrentes?

Sim, como complemento. A solução de produtos semelhantes compara o seu posicionamento com o de concorrentes diretos. O foco principal, porém, é a rede que revende a sua marca.

Em quais canais a Scana monitora preços?

Mercado Livre, Amazon, Shopee e Magalu, além de mais de 35 canais, entre eles lojas especializadas como Leroy Merlin, Petlove, Cobasi e Telha Norte. A coleta é diária.

Preciso ter o código EAN dos produtos?

É o jeito mais preciso. Com o EAN, cada anúncio é casado com o produto exato. Onde o canal não mostra o código, a correspondência é feita por nome com validação, e esse resultado é reportado separadamente.

Mudar o PMA perto da Black Friday atrapalha o monitoramento?

Muda a leitura. Na base da Scana, 58% das novas violações antes da Black Friday de 2026 aconteceram com o preço do revendedor parado, porque a tabela mudou. Se for mudar, comunique por escrito, dê prazo e só cobre depois da vigência.